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“Sai do Sofá…e Constrói-te!” – Catequese 3 | Testemunho

Na passada sexta-feira, dia 21 de abril, na Igreja da Sagrada Família, em Vila Nova de Caparica, decorreu mais uma catequese “Sai do sofá e… constrói-te!”. Este mês, o Prof. João Araújo ajudou-nos a refletir sobre o tema da Ideologia de Género.

Tive a graça de ser uma entre os jovens presentes nesta catequese, que nos abriu os olhos para um assunto que invade as nossas vidas todos os dias, em todos os meios, por todo o lado. Num mundo onde parece já não ser fácil explicar o que é um homem e o que é uma mulher, torna-se premente informarmo-nos, esclarecermo-nos e debatermos sobre esta questão. Algo que o Prof. João Araújo nos proporcionou de um modo irrepreensível, pelo que me sinto grata!

Pessoalmente, este tema fez-me refletir acerca da importância da família, o “fermento do evangelho”, como diz o nosso Bispo D. José, o lugar onde aprendemos a amar. Este berço do amor deve estar bem edificado para que os elementos da família não só não se fraturem, mas possam crescer saudáveis e caminhar pelos trilhos da felicidade. Trilhos esses que nos são apresentados pela Igreja qual “tapete vermelho entre um campo minado de perigos”, nas palavras do Prof. João Araújo.

Como já vem sendo hábito, a noite não poderia terminar sem o encontro com Jesus Eucaristia, num belo momento de Adoração presidida pelo Pe. Fernando Paiva. É em momentos destes que o Senhor fala a cada um, nos ajuda a permanecer fiéis e a encontrar o tal tapete vermelho para a felicidade. A noite terminou com uma oração à Sagrada Família, a quem confiámos as nossas próprias famílias. E claro, com um maravilhoso convívio ao luar, adoçado por chá e bolinhos.

Ana Lúcia Agostinho, paróquia da Vila Nova da Caparica

“Sai do Sofá…e Constrói-te!” – Catequese 2 | Testemunho

Na passada sexta feira, dia 10 de Fevereiro, tive a graça de estar no Montijo, para a 2ª catequese relacionada com a Teologia do Corpo, preparada pela Pastoral Juvenil da nossa Diocese.

Desta vez, a catequese (muito em jeito de testemunho), chegou até mim e aos jovens presentes, pela voz do Pedro e da Sofia Azadinho. Uma bênção!

O tema do encontro, foi “Namoro, Afetividade e Sexualidade” (Que falta que faz, falar sobre isto nos dias de hoje!)

Para mim, enquanto Católico e enquanto alguém que deseja responder ao desafio de S. João Paulo II “ Não tenhais medo de ser santos!”, para alguém que procura viver um namoro Cristão, surge muitas vezes esta pergunta: Será que viver em castidade é o melhor? Porquê a castidade? Será que no meu namoro, procuro a felicidade do outro em primeiro lugar? Ou coloco a minha própria felicidade, a minha satisfação à frente de quem caminha ao meu lado?

Mais uma vez, a Igreja, na pessoa do Pedro e da Sofia e enquanto Mãe que cuida dos seus filhos, falou a tantos jovens com as mesmas dúvidas. Mostraram-nos que optar e viver em castidade, é uma verdadeira prova de amor para quem está ao nosso lado e caminha connosco! Demostraram o quanto a nossa sexualidade é algo bom, criada e pensada por Deus, mas que deve ser respeitada e usada de forma e na altura certa, livre de egoísmo, numa doação total ao outro, no sacramento do Matrimónio.

Como se não fosse suficiente, o belo testemunho que recebemos, tivemos a alegria de nos encontramos com Jesus Eucaristia, presente no SS Sacramento do Altar. Foi o momento alto da noite, o momento de encontro que confirma a catequese que acabavamos de receber. O momento que nos edifica e constrói, o momento que muda o meu e o coração de tantos jovens, que faz sair do sofá, que faz acreditar que viver um namoro casto, é a opção certa, ainda que o mundo nos diga que não.

Mauro Santos, paróquia de Santo André

“Sai do Sofá…e Constrói-te!” – Catequese 1 | Testemunho

Na passada sexta-feira, dia 13, na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, decorreu a primeira das catequeses “Sai do sofá e…constrói-te!”. Esta catequese teve por base o tema Teologia do Corpo, que foi apresentado e explicado pelo Padre Rui Gouveia, diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações.

Eu fui uma das jovens presentes, que teve a oportunidade de aprender e aprofundar este tema, um tema que na minha opinião é muito importante para os jovens de hoje em dia e que ao o entender nos ajuda a perceber certos assuntos, que muitas vezes nos provocam dúvidas ou até mesmo conflitos de pensamentos…

A maneira como o Padre Rui foi capaz de o abordar, uma forma tão simples e acessível para todos os presentes, foi muito importante para a compreensão do que é a Teologia do Corpo, principalmente, as várias histórias que se interligavam umas entre as outras e nos mostravam algumas das situações que acontecem diariamente entre jovens, namorados, casais…foram uma grande ajuda para este inicio na Teologia do Corpo, que muitos dos presentes ainda não tinham ouvido falar ou não sabiam ao certo o que seria.

Acho que esta catequese despertou uma certa curiosidade entre os jovens, para que venham a aprender mais sobre a Teologia do Corpo, o que é muito bom, pois a compreensão deste tema, resolveria talvez muitas das questões que os jovens colocam sobre a sexualidade, bem como a compreensão do que é caminhar em santidade, seja num namoro, num casamento ou na procura da sua vocação.

Claro que 90min não chegam para tudo o que existe sobre a Teologia do Corpo, mas este despertar de curiosidade fará certamente o resto!!!

E como não poderia faltar, tivemos um momento de adoração no final da catequese, o que é muito importante, pois muitas das vezes é em oração que obtemos respostas ou compreendemos coisas que não nos faziam tanto sentido ao início…

Para quem não pode comparecer nesta catequese, se tiver a oportunidade de estar presente na próxima faça-o, porque vale mesmo a pena!!!!

Tânia Martins, paróquia de Castelo-Sesimbra

Testemunho JMJ 2016 – Ordem Terceira

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No dia 22 de Julho de 2016, a comunidade do agrupamento 62 – Ordem Terceira – partiu para a aventura que viria a ser a nossa participação e experiência nas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ). No entanto, esta aventura começou bem mais cedo. Começámos a preparar esta grande viagem a partir do mês de Outubro de 2015. Como comunidade, definimos que participar nas JMJ seria o nosso grande objetivo para o ano e como tal tínhamos de trabalhar para o alcançar. Começámos então a trabalhar nesse sentido, não só a angariar dinheiro para que todos conseguissem participar, como também, a preparar o lado espiritual de cada um e para tal participámos em todas as catequeses organizadas pela Pastoral da Juventude, assim como, tentámos que as nossas atividades de escuteiros tivessem como tema algo relacionado com as Jornadas ou com a Igreja. Tudo isto nos ajudou a estar prontos quando chegou o grande dia.
Para todos nós era a primeira vez que estávamos a vivenciar umas Jornadas Mundiais da Juventude, pelo que estávamos com as expectativas muito elevadas, e bastante entusiasmados para sentir o que toda a gente dizia ser uma das melhores semanas das nossas vidas, senão mesmo a melhor. Quando as Jornadas começaram oficialmente, ficámos todos muitíssimo pasmados. Foi magnífico e comovente ver a quantidade de pessoas de todos os cantos do mundo que estavam ali pelo mesmo motivo que nós: todos os que lá estavam tinham a mesma fé, acreditavam no mesmo que nós!
As Jornadas superaram as expectativas de todos nós, foram uma experiência extraordinariamente marcante, onde todos nós crescemos: crescemos como pessoas e, acima de tudo, crescemos na fé, fortalecemos todos a nossa fé. Conhecemos pessoas de todo o mundo, trocámos experiências com muita gente, dentro do grupo com que fomos – o grupo da Pastoral – criámos laços com muita gente, criámos amizades inesquecíveis, fizemos amizades que vão perdurar ao longo da vida, pessoas com quem queremos continuar a estar em contacto. Foi uma experiência única, que aconselhamos a todos a viver pelo menos uma vez na vida.
Foram vários os momentos marcantes. Durante as Jornadas, apercebemo-nos de como Jesus é importante para nós e para a vida de cada um. Ele manifestou-se das melhores maneiras. Num dos dias em que choveu e em que nos tínhamos que nos deslocar até ao campo Blonia para as celebrações, o sol apareceu e iluminou o céu nublado e chuvoso, na altura da Consagração. Não foi por acaso! Acreditamos que foi Ele, a dizer de uma forma especial, que estava ali. No fim de semana, na vigília com o Papa Francisco, quando no meio da alegria manifestada por cânticos e pelos sons do convívio entre todos, de repente, assim que o Santo Padre fez o sinal da cruz, toda a gente caiu num silencio profundo e impressionante. Milhões e milhões de pessoas num campo e conseguiu-se fazer um silêncio avassalador. Outro momento marcante aconteceu quando, na impossibilidade de tomar o pequeno-almoço, fomos para a missa de estômago vazio. Assim, na altura da comunhão, apesar de não termos nada no estômago, sentimo-nos tão preenchidos por Jesus, o verdadeiro alimento, que ficámos pasmados. Sentimos que Ele estava verdadeiramente dentro de cada um de nós, e foi uma das melhores sensações que alguma vez tivemos na vida. Nesse momento compreendemos a frase de S. Paulo ao Gálatas: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim”. Mas foram também muito marcantes as homilias do Papa. Tudo o que ele pediu aos jovens foi ouvido por todos com muita atenção. Ele pediu-nos para acreditar numa humanidade nova e assim deixarmos uma marca na história, não cedendo às aparências e ao egoísmo. Pediu-nos para confiar sempre na misericórdia de Deus, que tudo perdoa e cura. Pediu-nos para ser alegres e curiosos.
As JMJ foram sem dúvida uma das nossas melhores experiências, ainda para mais conseguimos vive-la em comunidade! Para todos aqueles que, infelizmente não conseguiram estar presentes fisicamente nas Jornadas (e nós, infelizmente, tivemos várias pessoas da nossa comunidade que não puderam ir) podemos dizer, com toda a certeza, que estiveram lá presentes espiritualmente, pois foram todos no nosso coração, e estavam em cada uma das nossas orações. Mesmo não estando lá fizeram parte desta experiência tal como nós, também eles viveram as jornadas, de uma maneira diferente, mas viveram.
Por fim, queremos agradecer à equipa da Pastoral por todo o trabalho que tiveram em organizar a viagem e por nos terem proporcionado esta experiência magnífica. Sem o vosso trabalho não teríamos conseguido viver este encontro com Deus Nosso Senhor, o Ressuscitado, como vivemos! E mais uma vez aconselhamos a toda a gente que viva, pelo menos uma vez, as Jornadas Mundiais da Juventude.

A comunidade do agrupamento 62

Testemunho JMJ 2016 – Seixal

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Acreditámos desde o primeiro momento que eramos chamados a responder ao pedido do próprio Jesus, que nos convidava por meio do querido papa Francisco a participar nas Jornadas Mundiais da Juventude, este ano em Cracóvia. Aqueles de nós que já tinham tido oportunidade de ir a outra JMJ, sabiam a importância de contagiar nos restantes a vontade e a decisão de participar. E foram muitos «sins». Do Seixal, quase 30, incluindo o nosso paróco! E de muitos grupos diferentes: grupo de jovens Caminho de Vida, grupo de jovens Harami, grupo de jovens ABBA, elementos da IIIª e IVª secção do nosso agrupamento de escuteiros 253, e ainda jovens cujo caminho, presença e serviço vai sendo desempenhado de outras formas na vida da comunidade paroquial. Tantos «sins» constituem um número exigente, na preparação material e espiritual a caminho do encontro com dois milhões de outros jovens católicos. Levámos connosco os restantes jovens, famílias, doentes, e todos os paroquianos, que se confiaram à nossa oração.

Pisar o solo da Polónia ao longo daqueles dez dias foi uma experiência humana intensa, um caminho de fé desafiante, um encontro demorado e frutífero com o Amor de Deus. Nos dias que antecederam as Jornadas, fomos conhecendo e visitando a história do povo polaco, que tanto sofreu ao longo dos séculos, perseguido e martirizado – mas que sempre encontrou na Misericórdia (o tema destas Jornadas, tão apropriado!) uma forma de seguir em frente, confiando em Jesus; e em Nossa Senhora, Mãe de Misericórdia, que no santuário de Czestochowa nos embalou como filhos.

Chegados a Cracóvia, encontrámo-nos enfim com a Igreja Viva, a Igreja Jovem; e somos tantos! Cada um no seu país, cada um na sua cidade, na sua paróquia – em cada lugar onde pertencemos, experimentamos este Amor, esta fé que nos une. Uma experiência de Alegria e de festa, em que dançámos com pessoas de todas as culturas, cantando a plenos pulmões, cada um na sua língua e por vezes todos juntos. Uma experiência de Fé e de Esperança, em que nos momentos de celebração eucarística, ou na via sacra, ou na vigília de oração, impera o silêncio no meio da multidão. Em que outro lugar, em que outra festa, podemos encontrar um silêncio tão profundo e tão fértil?

As Jornadas Mundiais da Juventude em Cracóvia foram uma oportunidade muito bela de encontro com Jesus Cristo; por meio da oração pessoal, dos momentos de oração comunitária, na Eucaristia diária, no encontro com tantos jovens que também partilham a mesma fé! Também foram belos os momentos de partilha com aqueles que nos foram mais próximos, o grupo da nossa paróquia e da nossa diocese. Regressámos cheios das bênçãos de Deus, e com uma grande vontade de sermos rosto de Jesus nas nossas casas, na nossa paróquia, na escola, na universidade, no trabalho! Nas periferias, onde haja necessidade! O papa Francisco assim nos pedia: que saltássemos do sofá, calçássemos as botas, e saíssemos de casa ao encontro dos irmãos!

O Amor de Deus não ficou para trás, em Cracóvia; trouxemo-Lo connosco. Resta-nos agradecer-Lhe a Sua bondade infinita; também agradecemos à Pastoral da Juventude, que nos conduziu durante aqueles dias, e a todos quantos nos acolheram, aos que rezaram por nós, aos que permitiram que pudéssemos estar unidos de forma tão particular à Igreja durante aqueles dias. Obrigado, em polaco: «Dziekuje!». Estamos ansiosos por partilhar esta certeza, esta fé que nos exige uma resposta; ansiosos por ver nascer os frutos deste milagre que foi podermos mergulhar na misericórdia do Senhor; ansiosos por, sem medo, Lhe abrirmos as portas do nosso coração e, com Jesus, amarmos como Ele ama. Glória a Deus!